MOÇÃO DE PROTESTO – PROMOÇÃO POR MERECIMENTO CAIXA
Por: Amorim | 11 de maio de 2009Itajubá, 11 de Maio de 2009.
ENCONTRO DOS EMPREGADOS CAIXA NA FEEB MINAS APRESENTA MOÇÃO DE PROTESTO À CAIXA CONTRA EXCLUSÃO DE 20% DOS EMPREGADOS DA PROMOÇÃO POR MERECIMENTO.
A FEEB MG GO TO e DF através de seus dirigentes sindicais da Caixa e empregados das bases territoriais dos seus sindicatos, através de uma ativa participação dos empregados, consolidou ano passado as propostas para serem apresentadas à Caixa no tocante aos critérios para avaliação na promoção por merecimento. Depois de ter alcançado êxito em suas proposições junto à Caixa, (auto-avaliação, avaliação cruzada e avaliação pelo gestor, sem considerar a venda de produtos) o movimento jamais esperaria que a direção da empresa pudesse dar um “TIRO NO PÉ”. Isto mesmo, é o que os empregados da Caixa, reunidos em Belo Horizonte dia 27 de abril na Federação de Minas, encontraram para tipificar o que considera um dos graves erros cometidos pela Caixa, colocada de forma autoritária para a representação dos empregados, condenando a si mesma, pois que seus empregados a ela pertencem e formam um só corpo. Não bastou que os representantes manifestassem contra , nem mesmo argumentasse de forma convincente sobre a possibilidade de se formar um “Big Brother” dentro das unidades, gerando competição e ao mesmo tempo exclusão. Se partirmos do princípio de que todos merecem, como adotar critérios para exclusão? No entendimento dos representantes sindicais, a Caixa desqualifica 20 % (vinte por cento) do seu quadro de pessoal, quando manifesta a intenção de não promovê-los por merecimento. Para o movimento sindical é de suma importância recuperar este desastre promovido pela empresa o mais rápido possível, fazendo com que a direção da empresa se atente para o quadro que poderá gerar nas unidades através da discriminação que os resultados poderão apresentar, inclusive quanto ao desgaste deste processo quando já se pressupõe a existência de um grupo a ser excluído. Infelizmente, um grande lapso da direção da Caixa, um equívoco que pode custar caro se não for reparado. A bandeira social da empresa não tem a mesma visão para dentro de si, seus empregados, sua força vital de sustentabilidade. Queremos justiça, isonomia, igualdade no tratamento, na valorização, na promoção. Precisamos utilizar de mecanismos que atraiam o bem estar dos empregados, de forma que todos se aglutinem em objetivos a serem alcançados e ao mesmo tempo se sintam motivados e valorizados. QUEREMOS JUSTIÇA!!! Este é um desafio para nós dirigentes sindicais, solidários a todos os empregados da Caixa. O momento requer uma atenção maior para corrigirmos este erro. Vamos insistir com a Caixa de que o ideal é 100% (cem por cento) dos empregados que merecem serem promovidos. Seria tão bom se a direção da Caixa tivesse o mesmo pensamento nosso. De que o pessoal da Caixa é 100. Se a empresa quiser fazer distinção que faça por conta dela e não com os deltas dos 20% que ficarão de fora, que produziram, que ajudaram nas metas e foram atentos a tudo que foi feito para a sociedade. Não nos importa se um grupo merece ganhar até 2 deltas sob a ótica da avaliação pelos critérios que aí estão. O que não pode é dizer que um número de empregados não merecem e não irão ter promoção. Isto é um atentado contra o seu corpo de pessoal, contra o seu time, sua equipe. VAMOS NOS UNIR PARA QUE A CAIXA RECONHEÇA QUE SEU TIME É NOTA 10 E QUE TODOS TEM UMA FUNÇÃO IMPORTANTE DENTRO DA EMPRESA.